Gosto muito de lojas de discos, de percorrer prateleiras à procura de qualquer coisa, de tropeçar em várias outras enquanto não encontro o que quero e de comprar discos pela capa... mas admito que sou pouco coerente relativamente a isso, compro muito mais coisas em lojas online do que em lojas 'físicas'. Mas a culpa aí é toda da diferença de preços.
Um exemplo? Estive há bocado numa FNAC que tinha o álbum novo de Sigur Rós a 'preço verde', por 16.95€. Não o trouxe, e há poucos minutos comprei-o na insound, por 7€. E trouxe também o segundo álbum de No Age (que saiu há menos de um mês) por 8.90€ e o LP do álbum de Bon Iver por 8.25€ (estes preços não incluem despesas de envio, que desapareceram porque a insound tem durante esta semana 15% de desconto em todos os artigos, e o valor descontado foi praticamente igual ao dos portes)...
Mas volto a dizer que gosto muito de ir a lojas de discos, e fazem-me alguma impressão as fotografias do
Calvin Kaneda, que documentou os destroços que sobraram do fecho de várias lojas da cadeia Tower Records, cujo ramo de venda a retalho abriu falência em Outubro de 2006.

Há mais para ver
aqui,
aqui e
aqui (a última é uma loja de vídeos e não de discos).