Foi das melhores supresas que já tive ao vivo, e vai voltar cá dia 11 de Junho (Aula Magna), não sei se sozinha como da primeira vez, se acompanhada por uma banda. E também não sei qual das versões prefiro. Vejam os vídeos, comparem com o original e decidam por vocês próprios.
(vídeos com melhor qualidade aqui e aqui)
29.4.08
28.4.08
27.4.08
Patti Smith
Prato forte de ontem no IndieLisboa: 'Patti Smith - Dream of Life', um documentário mais ou menos autobiográfico que demorou dez anos a estar terminado, e que termina com a tournée do álbum de versões 'Twelve', que passou por Lisboa no ano passado.
É um documentário muito marcado pela perda: o fotógrafo Robert Mapplethorpe, com quem viveu no Chelsea Hotel, morreu em 1989, Richard Sohl, teclista da sua banda, em 1990, o marido Fred 'Sonic' Smith em Novembro de 1994, o irmão Todd um mês depois, Allen Ginsberg e William S. Burroughs em 1997... Mas ao mesmo tempo que Patti Smith mostra bem a importância que essas mortes tiveram, mostra também uma espécie de esperança irredutível, uma certeza de que a melhor maneira que tem lidar com isso não é chorando esses mortos mas antes homenageá-los da melhor maneira que conseguir.
Mas não é só nisso que se nota essa esperança. Fomos habituados a ver os discursos muito politizados vindos dos anos 60 e 70 como coisas hippies mais ou menos inconsequentes, um idealismo típico dos jovens. Patti Smith tem esse idealismo também, mas também tem os pés bem assentes na terra e tem muitos anos 'de estrada' o que faz com que seja muito complicado entrar em paternalismos desse tipo e pelo contrário deixa-nos a pensar que quando ela diz 'The world is yours, take it!' se calhar até tem razão...
Site oficial
Patti Smith - Horses (1976)
Patti Smith - Smells Like Teen Spirit (2007)
É um documentário muito marcado pela perda: o fotógrafo Robert Mapplethorpe, com quem viveu no Chelsea Hotel, morreu em 1989, Richard Sohl, teclista da sua banda, em 1990, o marido Fred 'Sonic' Smith em Novembro de 1994, o irmão Todd um mês depois, Allen Ginsberg e William S. Burroughs em 1997... Mas ao mesmo tempo que Patti Smith mostra bem a importância que essas mortes tiveram, mostra também uma espécie de esperança irredutível, uma certeza de que a melhor maneira que tem lidar com isso não é chorando esses mortos mas antes homenageá-los da melhor maneira que conseguir.
Mas não é só nisso que se nota essa esperança. Fomos habituados a ver os discursos muito politizados vindos dos anos 60 e 70 como coisas hippies mais ou menos inconsequentes, um idealismo típico dos jovens. Patti Smith tem esse idealismo também, mas também tem os pés bem assentes na terra e tem muitos anos 'de estrada' o que faz com que seja muito complicado entrar em paternalismos desse tipo e pelo contrário deixa-nos a pensar que quando ela diz 'The world is yours, take it!' se calhar até tem razão...
Site oficial
Patti Smith - Horses (1976)
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Patti Smith - Smells Like Teen Spirit (2007)
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26.4.08
and we could daaaaaaaaance!...
A propósito do (excelente) documentário que vi ontem no IndieLisboa...
Quando chegar ao fim basta carregar outra vez no 'play'.
Quando chegar ao fim basta carregar outra vez no 'play'.
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23.4.08
Chá
É uma 'private joke', por isso se não perceberem não faz mal, mas acho que basta um bocadinho de sentido de humor para achar piada ao gozo que é a letra do manifesto anti-café que é 'Drink Tea (for the Love of God!)' dos Kula Shaker. Além disso o vídeo (da Model Robot) faz parte da selecção oficial do Festival de Animação de Annecy 2008.
Site oficial
MySpace
Kula Shaker - Drink Tea (for the Love of God!)
(veio daqui)
Site oficial
MySpace
Kula Shaker - Drink Tea (for the Love of God!)
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(veio daqui)
Insound
A Insound é uma das lojas online onde costumo comprar mais coisas - a outra é a portuense cdgo - e com o dólar a valer tão pouco por estes dias, é quase irresistível não trazer de lá qualquer coisa, sejam CDs, LPs, singles de vinil ou posters, e há sempre uma promoção qualquer que torna as coisas ainda mais baratas. Por exemplo, é habitual terem CDs a $10 que mesmo somando os portes de envio ficam por mais ou menos 8.5€ cada um, o que nalguns casos é metade do que aquilo que a FNAC pede. Além disso juntam sempre qualquer coisa à encomenda, sejam pins, postais, calendários ou coisas desse género, são simpáticos nos mails que mandam e de vez em quando uma compra dá direito a fazer download de uma compilação de coisas novas que andem por aí.
Recomendo vivamente, mas tenham cuidado, pode ser viciante.
Recomendo vivamente, mas tenham cuidado, pode ser viciante.
Emily Haines

Emily Haines é a frontwoman dos Metric e membro da gigantesca família que são os Broken Social Scene e durante quatro anos foi compondo canções que acabaram no seu álbum a solo 'Knives Don't Have Your Back', onde os Soft Skeleton dão uma ajuda. Não é nada de novo (saiu em 2006) mas é outro dos álbuns a que volto de voltar de vez em quando. 'Our Hell' foi um dos singles e o vídeo é tão bom quanto a música:
Emily Haines - Our Hell
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Emily Haines
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Metric
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Broken Social Scene
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